Mesmo nos dias de hoje, com toda a informação circulante sobre Dor e seu tratamento, quando o problema é conosco, nem sempre tomamos as melhores decisões.
Simples de entender: o sofrimento e as consequências que uma dor crônica podem trazer a uma pessoa e aquelas que a cercam é enorme, e prejudica a tomada de decisões.
A primeira dúvida que surge normalmente é: “a qual médico devo ir?”.
Bom, o mais importante é se certificar de que o profissional escolhido está preparado para te atender. É frustrante a sensação de perda de tempo e a vida está bem cara para ter que arcar com excesso de profissionais.
Há várias especialidades que podem estar gabaritadas para atender com a chancela de especialista na área de dor.
Sou Neurocirurgião, e tecerei alguns comentários que julgo como pertinentes sobre o assunto.
Em caso de falência dos tratamentos adotados pelo médico generalista, ou mesmo pelo especialista não especializado em Dor, o paciente deve considerar procurar um especialista nesta área, evitando assim erros frequentes cometidos pelo paciente com dor crônica, a saber: não se exercitar, ter freqüência irregular na fisioterapia, evitar tratamentos complementares (como meditação), automedicação, ir a muitos especialistas, ou mudar o tratamento por conta própria.
Esta lista de erros foi recentemente mencionada no site da SBED, Sociedade Brasileira para Estudo da Dor.
O médico especializado em Dor possui vivência diferenciada para diagnóstico de tipos incomuns do problema, e pode orientar e em muitos casos até mesmo executar o tratamento (como veremos quando falarmos sobre bloqueios, radiofrequência e cirurgias convencionais).
Se encaixou em alguns dos quesitos acima?
Já pensou em consultar um especialista em Dor?
Fique bem. Viva bem.